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Mongólia, Embriagado , CopoCheio, Homem, de 36 a 45 anos, Abkhazian, Corsican, Animais, Bebidas e vinhos, Muié



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Amigos das Salas 4 e 20 - UOL
 


PERERECA RISONHA



Escrito por Spectro às 13h40
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SWING GAÚCHO



Escrito por Spectro às 13h38
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MATA O PEIXE E MOSTRA O PAU



Escrito por Spectro às 13h36
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COMO IDENTIFICAR UM HOMEM RICO



Escrito por Spectro às 13h35
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CARINHAS DO ICQ



Escrito por Spectro às 13h34
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DESESPERO



Escrito por Spectro às 13h33
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PAPAGAIO VINTEM NIVER ITINHA E POTIRA 01

 

Escrito por Ana Lucia - Advogada às 17h52
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PAPAGAIO VINTEM NIVER ITINHA E POTIRA 02



Escrito por Ana Lucia - Advogada às 17h51
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PAPAGAIO VINTEM NIVER ITINHA E POTIRA 03



Escrito por Ana Lucia - Advogada às 17h49
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PAPAGAIO VINTEM NIVER ITINHA E POTIRA 04



Escrito por Ana Lucia - Advogada às 17h45
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FATALIDADE

Zé: - Bênça padre.
Padre: - Deus o abençoe, meu filho.
Zé: - Padre, o Sr. lembra do João pintor?
Padre: - É claro meu filho.
Zé: - Pois é padre, o João veio a falecer.
Padre: - Que pena...morreu de quê?
Zé: - Moro numa rua sem saída e minha casa é a última. Ele desceu com o carro e bateu no muro lá de casa.
Padre: - Coitado, morreu de acidente.
Zé: - Não, ele bateu com o carro e voou pela janela, caiu dentro do meu quarto e bateu a cabeça no meu guarda roupa de madeira.
Padre: - Que pena, morreu de traumatismo craniano.
Zé: -Não padre, ele tentou se levantar pegando na maçaneta da porta, que se soltou...ele rolou escada abaixo.
Padre: - Coitado, morreu de fraturas múltiplas.
Zé: - Não padre, depois de rolar a escada ele bateu na geladeira, que caiu em cima dele.
Padre: - Que tragédia, morreu esmagado.
Zé: - Não, ele tentou se levantar e bateu as costas no fogão, a sopa que estava fervendo caiu em cima dele.
Padre: - Coitado, morreu desfigurado.
Zé: - Não padre, no desespero saiu correndo, tropeçou no cachorro e foi direto na caixa de força.
Padre: - Que pena, morreu eletrocutado.
Zé: - Não padre, morreu depois de eu dar dois tiros nele.
Padre: - Zé, você matou o João?
Zé: - Claro, o filho da puta tava destruindo minha casa.

$pectro



Escrito por Spectro às 03h11
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DIÁRIO DE UM GAGO (Capítulo III - CONTINUAÇÃO)

Mas quem mais me chamou a atenção foi, sem dúvida, a garota na primeira fila. Simplesmente linda, com um vestido hippie de americano cru e sandálias de couro. Aos dezoito anos, a sexualidade se manifesta nos homens encarnados com um vigor selvagem. Eu bem que lutei contra os maus pensamentos que começaram a aflorar em minha libidinosa mente juvenil, mas não obtive sucesso. Sem perceber, fiquei pelo menos quinze minutos com os olhos parados no corpo da garota. Ao término do transe, quando ergui um pouco a cabeça e fitei seu rosto, percebi que ela também me observava. De repente, o pânico!

Ela se levantou e veio caminhando, entre as carteiras, em minha direção. Comecei a suar frio, antecipando a reprimenda que eu, sem dúvida e merecidamente, iria receber. Era certo que aquele anjo de pureza se sentiu maculado por meu olhar encharcado de desejo inferior.

- Tem um aí pra gente fumar depois da aula? A naturalidade com que ela fez esta pergunta me deixou absolutamente sem resposta.

- Meu nome é Bia. Você é novo aqui, não é?

Ela continuava falando comigo! E eu mudo, tomado pela surpresa de quem, pela primeira vez, era abordado pelo sexo oposto. Eu sempre gaguejava quando ficava nervoso. Era assim em ocasiões banais, como nas vezes em que precisava apresentar um trabalho na escola, quando tinha que responder a uma bronca dos meus pais ou quando me via forçado a conversar com alguém com quem não tinha intimidade.

Diante de Bia este defeito tomou proporções gigantescas. A natural atração que ela me despertou, já no primeiro olhar, sua beleza serena e segura, o próprio lugar onde estávamos, cheio de gente que eu não conhecia... Tudo colaborava para aumentar meu desespero.

Num último esforço, tentei organizar minhas idéias. Montei na cabeça uma frase de resposta, convencional, curta e educada. Fiquei repetindo as palavras até me familiarizar com elas. Respirei fundo e, num só fôlego, falei:

- ...

Não saiu nada. A língua enrolou, em caracol, enchendo a boca. O suor ensopou meu rosto. Depois de alguns segundos angustiantes, Bia retomou a palavra, aparentemente achando normal o meu silêncio. Num monólogo, começou a me contar que fazia teatro amador, tai chi chuan e análise transacional. E eu só ali, escutando.

Muito mais tarde, quando Bia e eu já éramos bons amigos, ela disse que entendeu, no meu silêncio, o sinal exterior da calma profunda típica das grandes almas. "Achei teu papo o máximo", costuma me dizer, sobre aquele primeiro encontro. Naquela sala apertada, com vinte cadeiras, pela primeira vez me senti entre iguais. Pelo menos mais quatro rapazes usavam camisetas como a minha, comprada de um hare krshna no viaduto do Chá. Todos os outros alunos também me pareceram gente diferente, deslocada neste mundo, exatamente como eu.



Escrito por Spectro às 12h25
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DIÁRIO DE UM GAGO (Capítulo III - A GAROTA DO CINEMA)

Eu havia acabado de assistir "Fernão Capelo Gaivota" pela oitava vez no cine clube. Dispensei o motorista e resolvi seguir a pé, observando o colorido da rua e assoviando uma das belas canções compostas por Neil Diamond para o filme.

Sempre passava em frente àquele enorme prédio com salas comerciais na rua 24 de Maio. Mas pela primeira vez, por capricho dos astros, observei as placas fixadas na portaria, oferecendo os serviços de profissionais liberais, compra e venda de ouro e cursos profissionalizantes. Uma delas dizia, em letras góticas vermelhas sobre um fundo branco: "Gnose. Os mistérios do universo ao seu alcance".

Nem esperei o elevador. Subi as escadas correndo, movido por minha vocação mística e pela natural ansiedade dos dezoito anos. Poucos minutos depois estava matriculado no curso "Poder de Cura dos Cristais", que começaria no dia seguinte.

 

 



Escrito por Spectro às 12h25
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FESTA NA FLORESTA

Estava havendo a maior suruba na floresta.
Cada bicho transando com outro de qualquer espécie. O lobo com a macaca, o jacaré com a girafa, o papagaio com a hiena, a lagartixa com o rinoceronte...
Até que chegou o leão e deu a maior bronca:
- Ô pessoal! Assim não dá! Desse jeito vocês vão acabar mudando a natureza animal. Ou vocês transam com alguém da sua espécie ou façam como o jumento, que está usando camisinha...
Aí o jumento vira-se pra ele e diz:
- Não é camisinha não... é que a cascavél tá me fazendo um boquete!


Escrito por Spectro às 12h22
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FRASE DO DIA

POR MAIOR QUE SEJA O BURACO EM QUE VOCÊ SE ENCONTRA, PENSE QUE, POR ENQUANTO, AINDA NÃO HÁ TERRA EM CIMA.

$pectro



Escrito por Spectro às 11h52
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ESTOU NAS PARADAS OUTRA VEZ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

É época dos exames finais e a professora de uma escola primária mandou que os seus brilhantes alunos escrevessem uma redação, onde fossem tratados os seguintes temas:
1. Monarquia
2. Sexo
3. Religião
4. Mistério.
Quem terminasse estaria dispensado e poderia voltar para casa.
Passados míseros segundos, Joãozinho levanta a mão e diz que terminou.
A professora sem acreditar pede que leia a sua redação. Ele se levanta, pega a folha de papel, coça a garganta e diz:
MANDARAM A RAINHA TOMAR NO CU. MEU DEUS! QUEM TERÁ SIDO?


O professor começa a sua aula.
 Hoje vamos falar de órgãos do corpo humano que são números pares.
Por exemplo, nós temos dois olhos, dois é par.
Mariazinha, dê outro exemplo de órgãos pares.
 As orelhas - responde Mariazinha.
 Muito bem! Outro exemplo, Juquinha.
 Os ovos.
O professor fica meio acabrunhado, mas aceita a resposta.
 Tudo bem, Juquinha. Joãozinho, outro exemplo.
 O pinto, professor.
 Peraí, Joãozinho, nós só temos um pinto!
 O meu pai tem dois: um pequenininho que ele usa pra fazer xixi e um grandão que mamãe usa pra escovar os dentes.

Escrito por RICHARD GERE às 11h50
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CÃO VOADOR

QUEM DIRIA?! NA VERDADE O DUMBO É UM CACHORRO, E NÃO UM ELEFANTE.

$pectro



Escrito por Spectro às 11h50
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DIÁRIO DE UM GAGO (Capítulo II - A VIAGEM DE VOLTA)

No avião, durante a viagem de volta, meditei muito sobre minha experiência mística no Himalaia.

Lentamente, o ódio inicial que eu senti pelo Swami foi se diluindo, dando lugar a uma calma compreensão dos acontecimentos. Quando desembarquei em São Paulo já tinha plena consciência da mensagem que aquele homem santo queria me transmitir.

Tudo não passou na verdade de um teste, para medir meu grau de humildade e resistência. Senti vergonha ao constatar que meu coração ainda é um poço de ódio e rancor. Mais ainda pela ousadia de pensar que um ser tão imperfeito como eu estaria pronto para receber a revelação.

Jurei para mim mesmo que iria me dedicar com fervor aos exercícios de meditação para, no próximo ano, humildemente, tentar mais uma vez a viagem do Swami.

 

A esta altura dos relatos imagino que você já esteja querendo saber um pouco mais sobre mim. Tive uma infância feliz, numa família de comerciantes bem sucedidos, de formação católica. Os problemas, como já disse, só começaram a aparecer na adolescência. Cresci muito, e muito cedo. Aos quatorze anos eu era um vara-pau magrelo e desengonçado. Aos dezesseis, um vara-pau magrelo, desengonçado e cheio de espinhas.

Hoje, aos trinta e dois, quando me olho no espelho e vejo as pequenas crateras, heranças da puberdade, penso nas marcas ainda mais indeléveis que aqueles tempos deixaram na minha alma.

Foram maus momentos.

Desprezado pela turma do bairro, toda formada por pequenos-burgueses materialistas como eu mesmo era, apeguei-me à leitura como um náufrago a uma tábua (já vi isto escrito em algum lugar...). Então, acidentalmente, entre um clássico da literatura e a obra comentada de algum filósofo francês, um livro fininho do Richard Bach chegou às minhas mãos. Foi a revelação! Um novo mundo, muito mais sensível e menos materialista se descortinou diante dos meus olhos. De Bach passei para outros autores mais complexos, como Herman Hesse e Lobsang Rampa. Depois Rajneesh e Blavatsk. No meu auge, estava lendo Paulo Coelho em paquistanês.

Não cheguei a me envolver profundamente com nenhuma crença específica, mas esta bagagem eclética me ajudou a conceber um conceito muito próprio sobre Deus e os mistérios da vida. Minha forma de conceber o mundo sofreu uma mudança radical, e a família logo percebeu. Mamãe detestava minhas batas indianas. Papai pensava que o cheiro de incenso no meu quarto era maconha. Eu havia encontrado um universo rico e misterioso, mas continuava fechado em mim mesmo. O alento encontrado nos livros não substituía a necessidade adolescente de se relacionar com outros jovens. Mas a esta altura era eu quem não queria o reconhecimento e afeto da turma de vizinhos, vazia e materialista.

Chorei muito, sozinho no meu quarto, pensando que eu estava fatalmente condenado à eterna solidão. Foi quando descobri os cursos agnósticos.



Escrito por Spectro às 16h27
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QUEM DISSE QUE NÃO EXISTE PÉ DE $KOL?



Escrito por Spectro às 16h24
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VAI ENCARAR?



Escrito por Spectro às 16h22
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DIÁRIO DE UM GAGO (Capítulo I - continuação)

Imagens do passado, fragmentadas como um mosaico, me acompanharam em cada etapa do caminho. Quando cheguei a Krshnapura, dias depois, meus pés eram duas únicas bolhas de sangue. Apesar de não falar o dialeto da aldeia, encontrei facilmente Ramatrama, graças a uma placa, em inglês, na porta de sua cabana: "Zédanta Co. Spiritual Revelation".

 

Um velhinho me recebeu, com ar de pouco caso. Entregou a xerocópia de uma carta do Swami, que dizia: "Saudações discípulo. Você enfrentou o frio, o vento, os animais e os criminosos. Dia após dia superou as dificuldades do caminho, com o único propósito de encontrar a revelação divina. Se depois de tanto sacrifício Deus não tiver lhe dito nada, é porque o seu estágio evolutivo ainda não permitiu a comunhão com o Cosmo. Volte ano que vem. Com a apresentação desta carta a Zédanta Co. oferece 20% de desconto na sua próxima viagem".

 

Fiquei estupefato, com os olhos fixos no papel. Todo o turbilhão de emoções acumuladas durante a escalada do monte, a surpresa diante da mensagem do Swami e a dor física causada pelo cansaço, pelo frio e pela fome se traduziram numa frase lancinante:

 

- F-f-f-filho da puta!



Escrito por Spectro às 20h52
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DIÁRIO DE UM GAGO (Capítulo I - O INÍCIO DE TUDO) - por Paul Rabbit

 

Este livro é dedicado a todos os que tiveram sua luz interior cortada por falta de pagamento.

 

 

 

- Cada homem tem sua própria trilha até Deus. A revelação é um caminho a se seguir sozinho.

 

As palavras de Swami Zédanta, ditas em tom grave num inglês imperfeito, tocaram o fundo de minha alma. Prostrei-me à sua frente em posição de lótus e meditei por alguns minutos antes de dizer ao reverendo mestre, titubeante, que não havia entendido nada.

 

- Eu quero dizer que, de agora em diante, você vai seguir sozinho.

 

Um tremor de pânico percorreu meu corpo. A perspectiva de escalar solitariamente o Himalaia, partindo de um de seus pontos mais íngremes e selvagens, não me parecia uma idéia animadora. Além do mais, o anúncio do Swami publicado na revista "Esoteric World" prometia muito mais pelos meus dez mil dólares.

 

- Meu anúncio promete uma viagem com guia, eu sei. Mas não promete um guia aprisionado ao grosseiro corpo físico. Vá sozinho. Estarei ao seu lado, em matéria astral sutil. Procure Ramatrama, no vilarejo denominado Krshnapura. Lá você encontrará a revelação.

 

*****

 

A viagem foi penosa. Meus ossos doíam de frio. Enfrentei salteadores e animais selvagens. Mas a serena presença astral de meu mestre garantiu minha integridade física e psicológica.

 

A viagem ao Himalaia coroava quinze anos de buscas, até então infrutíferas. Desde adolescente, quando as acnes e um acentuado problema de dicção me transformaram numa piada entre os amigos, entender o sentido da vida se tornou uma espécie de obsessão. Enquanto todos os meus colegas de ginásio se dedicavam a práticas grotescas e mundanas como namorar, ir ao cinema, praticar esportes e fazer sexo, eu mergulhava na leitura esotérica para não morrer de inveja.

 



Escrito por Spectro às 20h52
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DIÁRIO DE UM GAGO

Prezados amigos, creio que a marioria de vocês já ouviu falar sobre uma das "obras" de Paulo Coelho, intitulada "O diário de um mago". A partir de hoje, será publicado, em capítulos, aqui no FACÇÃO IBC, "DIÁRIO DE UM GAGO", por Paul Rabbit. Esse folhetim, da autoría de Maurício Ricardo Quirino, já faz sucesso entre os internautas há alguns anos. Qualquer coisa, reclamem com o responsável pelo blog, já que eu estou aqui apenas enchendo lingüiça enquanto não aparece ninguém.

Boa leitura (a quem souber ler).

$pectro



Escrito por Spectro às 20h48
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UMBIGO DE UNS É O C... DOS OUTROS



Escrito por Spectro às 20h14
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BEBENDO E MALHANDO



Escrito por Spectro às 20h13
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APENAS DANDO UMA CONFERIDA



Escrito por Spectro às 20h13
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CURIOSIDADES SOBRE O Nº 7

Por que se corta o 7


A coisa começou há muito, mas muito tempo atrás.
Por que muitas pessoas costumam cortar o número 7 pela metade ao escrevê-lo?
Você sabe? O motivo é este:
Estava toda a multidão reunida aos pés do Monte Sinai para ouvir os 10 mandamentos
proclamados por Moisés, quando, ao chegar no sétimo mandamento, ele disse
em alto e bom som:
 
"Não cobiçarás a mulher do próximo!"
 
A multidão enlouquecida, instantaneamente gritou, num sonoro coro :
 
"CORTA O SETE!!  CORTA O SETE!!"
 


Escrito por Spectro às 16h27
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FRASE DO DIA

Gaúcho não tem hemorróidas. Tem L.E.R.

(Lesão por Esforço Repetitivo)



Escrito por Spectro às 18h40
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PENSAMENTO DO DIA

$pectro



Escrito por Spectro às 11h21
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NIVER ITINHA E POTIRA

 

 http://www.ellitecon.com/festa/itinha.swf



Escrito por Spectro às 01h56
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MANUAL DE DESCULPAS

$pectro



Escrito por Spectro às 01h48
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FRASE DO AMIGO (PARA A AMIGA)

"GOSTO DE VOCÊ ASSIM, SEM TIRAR NEM PÔR.

MAS, SE EU PUDER TIRAR E PÔR VOU GOSTAR  MUITO MAIS"



Escrito por Spectro às 12h09
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SEMPRE TEM UM CHATO



Escrito por Spectro às 16h15
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